Segundo a prefeitura, dados do boletim epidemiológico estadual indicam que, entre julho de 2024 e junho de 2025, foram registrados 66 casos humanos da doença, sendo 63 autóctones, ou seja, contraídos dentro do próprio território paulista. Desses, 37 evoluíram para óbito, o que representa uma taxa de letalidade de 56,1%. A maioria dos registros, 93,9%, ocorreu em pessoas não vacinadas.
Embora o atual período de monitoramento, iniciado em julho de 2025, ainda não tenha apresentado novos casos autóctones, o histórico recente mantém o cenário sob vigilância. Na região do Vale do Paraíba, houve registros anteriores de infecção e morte.
O Litoral Norte, que inclui Ubatuba, está inserido em área de risco devido à proximidade com regiões onde há circulação do vírus e à presença de corredores ecológicos que favorecem a dispersão. Por isso, o município mantém, desde o início do ano, a intensificação das ações de vacinação, com foco na atualização do esquema vacinal da população.
Conforme a vigilância em saúde municipal, a recomendação é direcionada principalmente às pessoas que receberam a dose fracionada da vacina em 2017 ou 2018 e ainda não realizaram a dose padrão, além de quem não possui histórico vacinal. Esses grupos não são considerados plenamente imunizados e devem regularizar a situação, respeitando as contraindicações.
A vacinação é indicada a partir dos nove meses de idade e segue como a principal medida de prevenção. A febre amarela é uma infecção viral transmitida por mosquitos, sem transmissão direta entre pessoas. Os sintomas iniciais incluem febre, dor de cabeça, dores no corpo, vômitos e fraqueza.
RADIO COSTA AZUL FM

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